Lançamento da Matrix Editora reúne 100 perguntas para estimular o pensamento crítico sobre tecnologia, algoritmos e autonomia.
A inteligência artificial já faz parte da rotina de milhões de pessoas e influencia, de forma silenciosa, decisões que vão do consumo de informações nas redes sociais à forma de estudar, trabalhar e se relacionar. É a partir dessa constatação que a Matrix Editora lança o livro-caixinha® Vamos falar de inteligência artificial, assinado pela professora e pesquisadora Maria das Graças Cleophas.
A obra reúne 100 perguntas formuladas para provocar reflexões e conversas sobre o impacto da inteligência artificial no cotidiano. Em vez de apresentar conceitos técnicos ou explicações complexas, o livro aposta no questionamento como ferramenta para estimular o pensamento crítico e a consciência digital.
As perguntas abordam temas como o papel dos algoritmos na curadoria de conteúdos, a influência da IA nas escolhas pessoais, os limites da automação e os riscos de vieses invisíveis embutidos em sistemas tecnológicos. A proposta é levar o leitor a refletir sobre até que ponto as decisões são autônomas ou mediadas por sistemas automatizados.
Entre os questionamentos apresentados estão: “Quem se beneficia quando confiamos cegamente nos algoritmos?”, “Você aceitaria ser avaliado por uma IA sem saber?”, “A pressa por respostas compromete o pensamento crítico?” e “Estamos no controle ou apenas reagindo aos estímulos das telas?”. As perguntas também exploram temas como criatividade, emoções simuladas por máquinas e o que diferencia o humano da tecnologia.
Segundo a editora, o formato busca ampliar o acesso ao debate sobre inteligência artificial, afastando-se do vocabulário técnico que costuma restringir o tema a especialistas. Cada carta funciona como um convite à reflexão individual ou coletiva, permitindo diferentes leituras e interpretações conforme o contexto.
Com caráter educativo e linguagem acessível, Vamos falar de inteligência artificial pode ser utilizado em ambientes escolares, empresas, grupos de estudo ou em momentos de reflexão pessoal. A proposta é estimular discussões qualificadas sobre tecnologia, autonomia e responsabilidade no uso da IA, em um momento em que sistemas inteligentes se tornam cada vez mais presentes na vida cotidiana.
