A programação do evento, liderado pelo iFood Benefícios, foi construída em torno de uma pergunta: o que vai definir as organizações capazes de atravessar a transformação do trabalho com ganhos de competitividade, cultura e pessoas?
As empresas que prosperam no futuro do trabalho são as que entendem que inovação agrega valor quando está a serviço das pessoas, combinando liderança com empatia, dados com propósito e benefícios corporativos com escuta genuína dos profissionais. Esse movimento já está em curso nas organizações mais competitivas do mercado e exige que líderes repensem não apenas seus processos, mas o próprio papel que a empresa desempenha na vida de quem trabalha nela.
É nesse contexto que o iFood Benefícios convida empresas e RHs para 22 de julho, em São Paulo, o Impulso 2026 — um encontro de alto nível que reúne algumas das principais lideranças do mercado e especialistas globais para debater, com profundidade e dados, os desafios que vão definir as organizações do amanhã. O Impulso foi construído como uma plataforma de referência: um espaço onde as perguntas mais relevantes sobre tendências e os próximos passos do Futuro do Trabalho encontram as perspectivas mais qualificadas para respondê-las. A transmissão do conteúdo será gratuita, mediante inscrição.
Por que o iFood Benefícios está no centro dessa conversa
O iFood Benefícios construiu o Impulso ao longo da trajetória da sua operação. Em seis anos construindo a interseção entre tecnologia, benefícios corporativos e gestão de pessoas, a plataforma acumulou dados, decisões e aprendizados que a colocam em uma posição única: a de quem vive, todos os dias, o problema que o Impulso se propõe a debater.
Arthur Freitas, CEO do iFood Benefícios, abre o encontro à frente de uma operação que transaciona R$ 1 bilhão por mês e atende mais de 65 mil empresas clientes — números que refletem não apenas escala, mas maturidade. O Painel de Dados da plataforma transforma o volume de informação em decisões estratégicas de RH — convertendo o que era processo operacional em ferramenta de gestão de pessoas.
É essa posição — de quem opera na fronteira entre tecnologia e gestão humana — que qualifica o iFood Benefícios a ser fonte valiosa de informação na discussão sobre o futuro do trabalho.
A curadoria que transforma palestrantes em uma tese
A diferença entre um evento de mercado e um encontro de referência está na curadoria. No Impulso 2026, cada participante foi escolhido para responder a uma dimensão diferente da mesma pergunta central: o que vai separar as organizações que prosperarão nos próximos anos das que ficaram para trás?
A curadoria de temas do Impulso conecta os palestrantes em um único raciocínio sobre as empresas do futuro: a transformação tecnológica nas carreiras diagnosticada por Jacob Morgan, futurista e autor de best-sellers como “The Future of Work” (2014), traz a dimensão estrutural. O que exige, como contraponto direto, uma liderança muito mais focada no fator humano e em conflitos produtivos, que é a abordagem de Amy Gallo, autora da Harvard Business Review e especialista em comunicação e gestão de conflitos. Uma dinâmica que referências nacionais no Impulso trazem para a realidade prática do mercado brasileiro.
Rafaela Rezende, CEO da Decolar no Brasil, traz a perspectiva de quem transforma visão em resultado. Com mais de 20 anos de experiência em grandes empresas como o iFood. Ela assumiu a operação brasileira da Decolar em maio de 2026 com uma missão clara: transformar a empresa em uma plataforma completa de experiências de viagem. Sua liderança é marcada por uma cultura de “testar e errar” que exige, na prática, o tipo de conflito produtivo que Gallo defende e a clareza estratégica que Morgan prescreve. Para Rezende, a tecnologia só justifica o investimento quando gera resultados concretos e benefícios para o time — aprimora as atividades, além de gerar aumento de receita ou redução de custos.
Diego Barreto, CEO do iFood, fecha esse quadro com a visão de quem construiu um dos maiores ecossistemas de tecnologia da América Latina ao longo de 15 anos. Sob sua liderança, o iFood incorporou a inteligência artificial à operação antes do tema virar tendência de mercado. Sua presença no Impulso conecta o debate estratégico ao que acontece quando tecnologia, cultura e liderança caminham juntas — e ao que se perde quando qualquer uma das três fica para trás.
O que os dados revelam sobre a urgência desse debate
O mercado de benefícios corporativos no Brasil movimenta cerca de R$ 130 bilhões por ano, segundo estimativas do setor. A chegada de plataformas digitais, nova regulamentação, a pressão por maior personalização, investimentos crescentes e outras frentes de experiência com o cliente estão redistribuindo esse mercado em tempo real. O iFood Benefícios cresceu 82% em volume financeiro no comparativo anual e registrou 71% de crescimento na comparação anual em 2026 — um indicador de quanto essa redistribuição já está em curso.
O cenário global confirma a mesma urgência. Segundo a Society for Human Resource Management (SHRM), 43% das empresas já utilizam inteligência artificial em tarefas de RH em 2025, salto frente aos 26% registrados em 2024. A velocidade de adoção, no entanto, não veio acompanhada de maturidade na gestão da mudança. É nessa janela — entre adotar tecnologia e saber liderá-la — que o Impulso 2026 se posiciona como o espaço onde essa resposta começa a ser construída.
O encontro acontece em formato híbrido em 22 de julho, em São Paulo. Para todos os profissionais que quiserem participar, a transmissão online está disponível sem custo, mediante inscrição — uma decisão que diz muito sobre o que o iFood Benefícios acredita: as conversas que estão definindo o futuro do trabalho no Brasil devem chegar a quem precisa delas, sem barreiras.




