Founder e co-CEO da TrueChange aponta Pix, Open Finance e digitalização bancária como vantagens, mas alerta que protagonismo dependerá da integração entre dados, agentes e governança.
Autor: Redação TL
Uso de ferramentas não autorizadas cresce dentro das empresas e abre espaço para soluções que combinem produtividade, governança, integração e controle humano.
À medida que recursos inteligentes se tornam comuns, fornecedores de tecnologia enfrentam uma nova exigência: compreender o trabalho humano, resolver problemas reais e demonstrar resultados com segurança, governança e transparência.
Agentic AI e Shadow AI ampliam a produtividade, mas criam acessos, identidades digitais e fluxos internos que ainda escapam dos controles tradicionais de segurança.
Pesquisa com profissionais de TI e segurança, analisada pela Everpure, expõe a distância entre manter backups e conseguir restaurar dados confiáveis. Para bancos, demora ameaça pagamentos, canais digitais e acesso às contas.
Pesquisa encomendada pela NordVPN mostra que 51% dos entrevistados brasileiros já divulgaram o CPF na internet e 21% compartilharam informações bancárias.
Avanço da inteligência artificial amplia produtividade, mas também pressiona empregos, exige novas competências e coloca transparência, liderança e presença humana no centro das estratégias.
Automação pode diminuir em até 40% o tempo das etapas iniciais, mas interfaces confusas, critérios pouco transparentes e falta de feedback comprometem a experiência de quem procura emprego.
Com processos em crescimento e riscos psicossociais incorporados ao PGR, plataformas de dados, canais digitais e sistemas de monitoramento ganham espaço — mas não substituem governança e prevenção.
Engenharia de Software passa a exigir uma combinação de programação, segurança, pensamento crítico, visão de negócio e capacidade para avaliar sistemas automatizados.
Empresas ampliam experimentos com sistemas autônomos, mas integração, qualidade dos dados, custos e retorno financeiro determinam quais projetos conseguem chegar à operação.
Pesquisa da KPMG com apoio do IIA Brasil aponta melhora na governança, enquanto ferramentas de GRC, monitoramento contínuo e capacitação permanecem desiguais.











